
Geralmente procuro trazer temas mais positivos e alegres, mas desta vez quero expressar minha tristeza. Para mim uma das maiores tristezas é não explorar o potencial que temos.
Note que cada pessoa tem uma habilidade, percepção e destreza ímpar numa determinada área. Aquele tipo de habilidade que é superior à habilidade dos demais e quando expressada dá uma satisfação sublime ao seu autor.
Não importa a área de atuação: arte, escrita, esporte ou conhecimento. Se você gosta de números, provavelmente vai se esmerar e se satisfazer ao apresentar uma tabela com dados precisos. Se admira a estética, vai se realizar ao oferecer uma mesa bem arrumada para a refeição dos amigos.
Existe momentos em que esta satisfação é tão sublime, que naquele momento nada mais importa. Se o mundo terminasse naquele instante, você partiria feliz. Como o final de um filme apoteótico que depois de um estimulante ‘gran finale’, você sai do cinema feliz.
Toda esta felicidade é real e possível. Geralmente algumas carreiras como aviação reúnem mais facilmente aqueles apaixonados pelo que fazem que inclusive sofrem abstinência da experiência de voar.
E minha tristeza reside em identificar grandes talentos em amigos, alunos e pessoas próximas que não são desenvolvidos. Tristeza não somente pela chance que este indivíduo está perdendo mas também privando a coletividade. Os novos talentos terminam por estabelecer novos parâmetros e paradigmas que elevam o nível da sociedade.
Então exerça seu talento, chega de tristeza e vamos ser felizes!